A defesa de Jair Bolsonaro (PL) entregou, nesta segunda-feira (6), o esclarecimento ao ministro do Superior Tribunal Federal, (STF), Alexandre de Moraes, de que uma espingarda pertencente ao ex-presidente está em uma loja de Caxias do Sul. Segundo o documento, o armamento foi recebido como um presente, mas nunca foi retirada do local.
A determinação do ministro para recolher o arsenal de Bolsonaro ocorre após a manutenção da prisão domiciliar, determinada na sexta-feira (3). Na sua decisão, ele considera “incompatível” a posse de armas, enquanto ele cumpre a pena. Ao menos oito armas estavam cauteladas pelo Comando do Batalhão de Polícia do Exército. No entanto, uma das armas que está em nome do ex-presidente não constava na lista daquilo que foi entregue à Polícia.
Os advogados solicitam que a espingarda que está em Caxias seja entregue na Superintendência Regional: “O armamento permanece sob a guarda de terceiro, podendo, caso assim entenda pertinente, ser oficiada a empresa acima identificada para confirmar a custódia do armamento e promover sua apresentação às autoridades indicadas”.
