O processo de transição administrativa do Aeroporto Regional Hugo Cantergiani, em Caxias do Sul, segue avançando. A Infraero assumirá integralmente a operação do terminal a partir de 9 de outubro. Nesta segunda-feira (14), o secretário municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade, Edio Elói Frizzo, e o secretário adjunto, Alfonso Willembring Júnior, reuniram-se com integrantes da empresa que ficarão responsáveis pela gestão do aeroporto. O encontro marcou o início oficial dos encaminhamentos entre o município e a nova administração.
O futuro gestor do Hugo Cantergiani será Waldecy Rodrigues, que atuava na direção do aeródromo de Passo Fundo. Ele já iniciou os trabalhos em Caxias acompanhado de dois servidores, o supervisor de pátio Ricardo Cândido Gomes e o fiscal de pátio Lúcio Cyganski. Até o dia 8 de outubro, a equipe deverá realizar o processo de transição e conhecer os procedimentos e a estrutura do terminal.
Segundo o secretário de Trânsito, Transporte e Mobilidade, Elói Frizzo, a Prefeitura já disponibilizou uma sala no aeroporto para que os novos gestores possam trabalhar durante esse período.
Enquanto a transferência não é concluída, o município dará continuidade a obras que já estavam previstas. Entre elas está a construção de muros no aeroporto, a instalação de um novo canal de inspeção no portão 2 e adequações na faixa lateral da pista. As obras contam com uma emenda parlamentar de cerca de R$ 1,2 milhão destinada especificamente à estrutura. A Prefeitura avalia, ainda, os procedimentos necessários para iniciar a obra durante o período eleitoral.
Na parte administrativa, o Município já repassou à Infraero cópias dos contratos atualmente vigentes no aeroporto, incluindo serviços e locações. Os contratos de locação permanecem válidos pelo período originalmente previsto, enquanto os serviços deverão ser reorganizados pela nova administradora.
Com a mudança, os servidores municipais que atuam no aeroporto deixarão de trabalhar no terminal e retornarão a secretaria. Já os profissionais vinculados às companhias aéreas e demais empresas que operam no local permanecem. A Infraero também deverá compor o quadro próprio de trabalhadores, com servidores deslocados de diferentes regiões do país para atuar em Caxias do Sul.



