O haitiano Djimy Precilien, que preside o projeto Conexão Imigrante em Caxias do Sul, aponta dificuldades para conseguir a regularização documental junto à Polícia Federal (PF) na cidade.
Ele relata que há cerca de dois anos a comunidade registra problemas. Djimy aponta obstáculos para obtenção da documentação provisória e permanente para permanência no país. Acrescenta que a situação também acaba prejudicando o acesso a outros serviços.
O presidente do grupo relata dificuldades no agendamento do serviço pelo site da PF. Ele diz que o sistema apresenta problemas que impedem a realização de reservas de datas na plataforma. Além disso, pontua que nem todos têm acesso à internet e por isso cobra a volta dos atendimentos totalmente presenciais.
Djimy lembra que Caxias é a segunda maior cidade do estado e tem na sua história a imigração. Ele pede ajuda às entidades e aos agentes políticos.
O Conexão Imigrante, diferentemente do Centro de Informações ao Imigrante (CIAI) e do Centro de Atendimento ao Migrante (CAM), vai em busca dos novos imigrantes que chegam à cidade para oferecer o suporte necessário. De 20 a 25 pessoas são atendidas pela iniciativa mensalmente.
