Os tradicionais relógios de rua em Caxias do Sul podem estar passando informações erradas para quem anda pela cidade. Desde o horário, sua função primária, a temperatura bem diferente da real ou completamente desligados – que prejudica as marcas que financiam esses equipamentos. Nas últimas semanas, quem circula pela região central observa problemas constantes nesta concessão pública.
Morador do bairro Cristo Redentor, Pedro Roberto Busellato, aponta essas incoerências entre os equipamentos das ruas centrais. Ele questiona a falta de manutenção por parte da empresa responsável.
A Prefeitura de Caxias foi questionada sobre o tema e vai comunicar a empresa sobre os erros. A Eletromídia, detentora da concessão, foi contatada para explicar como funciona o sistema e suas manutenções, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem. O contrato de outorga previa a instalação de 40 equipamentos, com a empresa pagando pouco mais de R$ 2 milhões à prefeitura para explorar o serviço, mais uma outorga de 2,5% do faturamento bruto. A empresa recebe valores de comercialização publicitária dos espaços, tendo 20 anos de para explorar esse serviço.
