O Samae apresentou na manhã desta quinta-feira (30) a primeira fase do Plano de Ação de Emergência, que será implementada como projeto-piloto na barragem do Complexo Dal Bó, que abrange quase nove mil pessoas nos arredores.
Conforme o nível da represa, os grupos abrangidos precisam obedecer ao nível de segurança e seguir o protocolo de ação. O projeto será construído junto à comunidade por líderes locais, que ajudarão na preparação e na informação da população para a evacuação da área em caso de necessidade.
A engenheira civil do Samae, Maísa Trevisan Antunes, explica que foram feitas simulações de situações hipotéticas e mapeamento das zonas de risco. Ela explica que a partir do projeto no Dal Bó, será definido quanto tempo irá demorar para a implementação nas demais represas. A autarquia responde por 10 barragens na cidade.
A engenheira também informou que o Samae deve instalar placas de sinalização para os pontos de fuga e encontro, além de sirenes que farão parte de um sistema de alerta.
O cronograma prevê que a segunda fase seja implementada nas represas de Galópolis. Também presente, o diretor-presidente do Samae, Edson da Rosa, pontuou que é pouco provável que represa sofra danos, mas que é preciso ficar atento às mudanças climáticas.
Nas chuvas de maio de 2024, o Samae emitiu um alerta sobre o risco de ruptura da barragem da Represa Dal Bó devido às fortes precipitações.



