Foi assinado o contrato que permite a construção de cinco pavilhões seguros para regularizar a atuação dos recicladores da região, que atualmente trabalham na Rua Cristóforo Randon. O termo foi firmado entre o município, o Barinsul e o SER Caxias.
Com o acordo, uma parte do terreno onde hoje fica o campo suplementar do SER Caxias passa a ser do município. Isso vai permitir a construção dos pavilhões. A prefeitura também já pode iniciar o processo de permuta.
Segundo o procurador geral do município, Adriano Tacca, na próxima semana haverá uma reunião com um empresário da cidade que tem uma compensação com o município, e esse valor deve ser convertido na construção das estruturas. No entanto, não há previsão para início das obras.
Os catadores ocupam a calçada da Rua Cristóforo Randon desde 2016, quando a via foi alargada no bairro Euzébio Beltrão de Queiróz. No local, eles separam materiais recicláveis como papelão e alumínio, que depois são vendidos para reciclagens que funcionam em frente.
Para resolver a situação, a prefeitura e o clube definiram um terreno nos fundos do Centro de Treinamento Baixada Rubra para instalar os pavilhões. O projeto prevê a construção de uma área de cerca de 1.270 metros quadrados, no cruzamento das ruas Dom João Batista Scalabrini e Cristóforo Randon.
A obra deve custar cerca de R$ 2 milhões, com recursos garantidos pelo município. Já os projetos arquitetônicos foram doados pelo próprio SER Caxias. A expectativa é que, depois que os pavilhões ficarem prontos, a Rua Cristóforo Randon seja totalmente liberada.
A assinatura contou com a presença do prefeito Adiló Didomenico do presidente da SER Caxias, Roberto de Vargas, do diretor de desenvolvimento do Banrisul, Fernando Postal, e outros representantes da prefeitura, clube e banco.
