O US Open 2026 decorrerá de 23 de agosto a 13 de setembro, enquanto o quadro principal de singulares começará em 30 de agosto. A lista pode mudar após Montreal e Cincinnati, mas os resultados recentes já destacam sete nomes. O calendário, as notícias dos jogadores e a secção de apostas ténis online ganharão peso depois de Wimbledon. Além do mercado de vencedor do torneio, jogos individuais, número de sets e desempenho ao serviço deverão receber atenção durante as duas semanas. Carlos Alcaraz defende o troféu, Jannik Sinner lidera o ranking e Alex de Minaur regressa após chegar aos quartos em 2025.
| Jogador | Argumento | Ponto de atenção |
| Carlos Alcaraz | Campeão de 2025 | Continuidade no piso duro |
| Jannik Sinner | Número 1 e campeão de 2024 | Gestão da carga até setembro |
| Alex de Minaur | Quartos de final em 2025 | Transformar velocidade em controlo |
| Novak Djokovic | Quatro títulos em Nova Iorque | Ritmo depois de Wimbledon |
| Félix Auger-Aliassime | Semifinalista em 2025 | Regularidade em cinco sets |
| Taylor Fritz | Finalista em 2024 | Conversão de grandes oportunidades |
| Ben Shelton | Semifinalista em 2023 | Controlo nos jogos longos |
1. Carlos Alcaraz parte com o troféu
Alcaraz venceu Sinner em 2025 e conquistou o segundo título no US Open. Em janeiro, acrescentou o Australian Open ao currículo. O espanhol é segundo do ranking e aumenta o ritmo sem perder variedade. Em Nova Iorque, o serviço mais estável e a variedade tornam-no uma referência.
2. Jannik Sinner domina o piso duro
Sinner chega como número 1 e com a sequência mais forte da temporada em quadras duras. Foi campeão do US Open em 2024, finalista em 2025 e venceu Indian Wells sem perder um set. Depois, venceu Miami e manteve a boa fase na terra batida. A força está na pressão sobre o segundo serviço e em tirar tempo do adversário.
3. Alex de Minaur volta com consistência
De Minaur ocupa o sexto lugar do ranking e alcançou os quartos do US Open em 2025, a sua terceira presença nessa fase. O australiano começou 2026 bem no piso duro e já liderou o circuito em vitórias nessa superfície. A velocidade continua a ser a sua marca, mas o serviço e a pancada de direita deram-lhe mais formas de fechar pontos.
O que pode alterar esta lista
Antes do sorteio, cinco fatores terão mais peso do que uma posição isolada no ranking:
- resultados nos Masters anteriores ao torneio;
- estado físico depois de uma temporada longa;
- qualidade do primeiro serviço em jogos apertados;
- caminho definido pelo sorteio;
- resposta ao calor e às sessões noturnas.
A tabela mostra o cenário de julho, não uma ordem fechada. Uma desistência, uma sequência curta de derrotas ou um título em Cincinnati pode mudar a distância entre os candidatos. Uma lesão ou um quadro difícil também podem pesar.
4. Novak Djokovic mantém peso histórico
Djokovic venceu quatro vezes em Nova Iorque e alcançou a semifinal de 2025. Em Wimbledon 2026, voltou aos quatro melhores. O oitavo lugar do ranking não resume a sua capacidade em partidas de cinco sets. A devolução, a leitura dos momentos importantes e a experiência no Arthur Ashe mantêm-no entre os nomes centrais.
5. Félix Auger-Aliassime traz uma base concreta
Auger-Aliassime ocupa a quarta posição do ranking e tem na semifinal de 2025 o resultado mais recente de destaque no torneio. Na preparação, dados de serviço, mercados do torneio e a opção de abrir conta de apostas podem aparecer na mesma pesquisa, sobretudo quando o quadro for publicado. O canadiano usa o primeiro serviço para encurtar pontos, algo valioso em sessões quentes. Para avançar outra vez, terá de manter o nível quando a devolução adversária melhorar.
6. Taylor Fritz conta com provas recentes
Fritz foi finalista do US Open em 2024 e chegou aos quartos em 2025. O serviço, a pancada de direita e o apoio das bancadas ajudam, mas o desafio passa por transformar jogos equilibrados contra os líderes em vitórias. A temporada de 2026 mostrou que continua competitivo em superfícies rápidas. Se proteger melhor o segundo serviço, pode repetir uma corrida longa.
7. Ben Shelton leva potência ao quadro
Shelton está no quinto lugar do ranking e já conhece a semifinal do US Open, alcançada em 2023. Em junho, conquistou Stuttgart e somou o primeiro título da carreira em relva. O serviço canhoto cria pontos curtos e abre espaço após a resposta. O ambiente noturno combina com o estilo. A questão está na regularidade quando o adversário prolonga as trocas.
Os sete chegam com argumentos diferentes. Alcaraz tem o título, Sinner apresenta a sequência mais forte no piso duro e de Minaur oferece consistência nessa superfície. Djokovic traz o histórico, enquanto Auger-Aliassime, Fritz e Shelton já provaram que podem chegar à segunda semana. Montreal e Cincinnati ainda poderão alterar forma, confiança e cotações. Depois, o sorteio definirá caminhos distintos e dará mais clareza ao mercado de campeão, às partidas individuais e à progressão no quadro.
