Nesta quinta-feira (02), a Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP) concluíram as investigações sobre o incêndio que destruiu a igreja matriz de Flores da Cunha, Paróquia Nossa Senhora de Lourdes. O apontamento é de que não foi possível detectar precisamente a origem do fogo. A principal hipótese, porém, é de que as chamas tenham se originado no forro, próximo ao altar, ocasionadas por um curto-circuito. O relatório foi encaminhado ao Ministério Público.
Segundo a delegada Carla Zanetti, o IGP concluiu a análise sem concluir com exatidão a causa das chamas, pois, um fogo dessa magnitude desfaz muitos vestígios. Ela afirmou que o caso foi registrado como incêndio culposo, ou seja, provocado não intencionalmente.
Funcionários da empresa responsável pela troca do telhado foram ouvidos durante a investigação. De acordo com os depoimentos, a obra já estava na fase final, faltando apenas seis telhas para terminar o serviço. Conforme a delegada, a empresa comprovou, apresentando notas fiscais, que todos os equipamentos utilizados era novos, e informou que os aparelhos elétricos eram retirados do templo a cada final de expediente.
O inquérito terminou sem indiciamentos. Agora, o Ministério Público deve solicitar novas diligências, ou decidir por arquivar o caso.
