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Família aponta possível negligência médica após morte de dentista que passou por procedimento em Caxias do Sul

  • Diego Pereira
  • 17/04/2026
Imagem ilustrativa. Foto: Freepik divulgação

A família do dentista de Florianópolis, Francisco José Fialho Lemos (Kiko), 58 anos, está buscando justiça e aponta possível negligência médica após a morte do profissional depois dele realizar um deep lifting facial. A informação foi repassada para à reportagem da Rádio Caxias por meio de nota do advogado da família, Pedro Monteiro.

O documento informa que um novo parecer médico-legal elaborado por um ex-legista do Instituto Médico Legal (IML) do Estado de Santa Catarina, identificado como Dr. Zulmar Vieira Coutinho, concluiu que houve erros médicos no pós-operatório.

De acordo com a nota, o médico responsável teria concedido alta ao paciente, em menos de 24 horas após a cirurgia de grande porte, e ignorado os alertas da equipe de enfermagem sobre inchaço extremo, hematomas e dificuldades respiratórias. O texto conta que após procurar a emergência dias depois, a intubação não teria sido possível devido ao inchaço no pescoço, o que teria exigido uma traqueostomia de urgência. A nota diz que o dentista não resistiu a duas paradas cardiorrespiratórias e faleceu no dia 11 de outubro do ano passado.

O texto ainda denuncia, que segundo relatos da família, a clínica teria fretado um jato particular para transladar o corpo da vítima para Florianópolis no mesmo dia do óbito. A manobra teria impedido a realização imediata do exame necroscópico, o que levantou suspeitas.

Por fim, o advogado relata que a análise técnica do pós-operatório revela elementos que autorizam a capitulação da conduta como homicídio doloso.

“Ao ser formalmente alertado pela equipe de enfermagem sobre sinais clínicos incompatíveis com a normalidade e por optar deliberadamente por um acompanhamento remoto e precário, o profissional não apenas negligenciou seu dever de cuidado, mas aceitou, com indiferença, a possibilidade do desfecho letal”, concluiu Monteiro.

O caso está com a 1ª Delegacia de Polícia (DP) Distrital de Caxias do Sul. O titular, delegado Rodrigo Kegler Duarte, explicou que o fato em apuração é extremamente complexo e demanda análise de uma série de eventos, principalmente, médicos.

Ele salientou que, para esclarecer os fatos e perquirir possível erro médico, serão solicitadas, como base em toda a documentação médica, perícia diversa, ao Departamento Médico Legal (DML/IGP), e avaliação pelo Cremers da conduta médica dos profissionais envolvidos no fato.

O delegado destacou que, em razão disso, não é possível fazer um prognóstico temporal de finalização das citadas apurações. Completou, que, sem a avaliação dos referidos órgãos técnicos, é inviável a realização de qualquer prognóstico sobre os fatos em apuração.

Confira a nota do advogado da família na íntegra:

Laudo revela negligência médica em morte de dentista de Florianópolis em famosa clínica de Caxias do Sul.

A família do dentista catarinense Francisco José Fialho Lemos (Kiko), que contava com  58 anos, busca justiça após sua morte em decorrência de um deep lifting facial de mais de R$ 100 mil, realizado em uma famosa clínica de Caxias do Sul (RS). Um novo parecer médico-legal elaborado pelo ex-legista do IML/SC, Dr. Zulmar Vieira Coutinho, concluiu que houve uma grave sucessão de erros médicos no pós-operatório, evidenciando o que os familiares classificam como uma verdadeira “sessão de crueldades e omissões.”

Segundo o documento, o médico responsável concedeu alta ao paciente em menos de 24 horas após a cirurgia de grande porte, baseando-se apenas em fotos recebidas via WhatsApp e ignorando os alertas da equipe de enfermagem sobre inchaço extremo, hematomas e dificuldades respiratórias.

A falta de atendimento adequado culminou em um quadro irreversível: ao chegar na emergência dias depois, o inchaço no pescoço impediu a intubação do paciente, exigindo uma traqueostomia de urgência, mas Francisco não resistiu a duas paradas cardiorrespiratórias e faleceu em 11 de outubro de 2025.

Conforme relatos da família do dentista, a clínica ostenta mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais com forte apelo de marketing e fretou um jato para transladar o corpo da vítima para Florianópolis no mesmo dia do óbito, manobra que impediu a realização imediata do exame necroscópico e levantou fortes suspeitas.

O advogado Pedro Monteiro, que representa a família do dentista, relata que por mais que haja uma linha divisória entre a culpa consciente e o dolo eventual, neste caso ela é estreita. Justamente porque a análise técnica do pós-operatório revela elementos que autorizam a capitulação da conduta como homicídio doloso. Ou seja, não estaríamos diante de uma mera negligência episódica, mas de uma omissão qualificada pelo conhecimento do risco.

“Ao ser formalmente alertado pela equipe de enfermagem sobre sinais clínicos incompatíveis com a normalidade e por optar deliberadamente por um acompanhamento remoto e precário, o profissional não apenas negligenciou seu dever de cuidado, mas aceitou, com indiferença, a possibilidade do desfecho letal”, concluiu Monteiro.

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