O ex-governador e ex-deputado federal Germano Rigotto (MDB), aparece em pesquisa recente e lembrado entre os nomes para uma possível corrida como candidato ao Senado Federal pelo Rio Grande do Sul. O levantamento indica um empate técnico na segunda posição com outros candidatos, onde Rigotto aparece com 27,5% das intenções de voto, que volta a aparecer no radar eleitoral, aquecendo a disputa por uma das vagas ao Senado nas eleições deste ano.
Em entrevista à Rádio Caxias, nesta quinta-feira (26), Rigotto destacou que, apesar da presença nas pesquisas, ainda não há definição sobre sua possível candidatura. Na opinião dele, as “pesquisas sinalizam, mas não mostram tudo que pode acontecer, a partir da definição das coligações”. Ele acredita que, até abril, haverá um cenário mais claro sobre os nomes que devem concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul.
O ex-governador explicou que sua eventual candidatura depende de negociações internas do MDB e da composição de alianças, incluindo o PSD, partido do atual governador do Estado, Eduardo Leite, que aparece como o primeiro na pesquisa eleitoral realizada no início de fevereiro.
Rigotto recordou durante a entrevista sobre a experiência política e administrativa que possui, incluindo mandatos como vereador, deputado estadual, federal e governador do Rio Grande do Sul. Segundo ele, a experiência tanto no Legislativo quanto no Executivo, permite contribuir com alternativas positivas ao Senado. Na visão do político, seu objetivo “é ajudar o MDB, Caxias, a região e o estado.”
Sobre o cenário nacional para a presidência da República, o ex-governador comentou a polarização entre os principais candidatos e não descartou a possibilidade de surgirem outras alternativas, em especial, de centro-direita.
Rigotto foi governador do Rio Grande do Sul até 1º de janeiro de 2007. Concorreu a um segundo mandato nas eleições de outubro de 2006, mas foi derrotado por Olívio Dutra e Yeda Crusius . Em agosto de 2018, Rigotto foi indicado como candidato a vice-presidente junto com Henrique Meirelles para as eleições de 2018.
Confira aqui a entrevista completa.
