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Responsabilidade 12/01/2019 | 11h14

União oficializa concessão de quatro rodovias federais do Rio Grande do Sul à iniciativa privada


União oficializa concessão de quatro rodovias federais do Rio Grande do Sul à iniciativa privada
Tarcísio Gomes de Freitas disse que o RIS representa investimento, redução de custo logístico e incremento do PIB - Foto: Itamar Aguiar

As rodovias BR-101, BR-386, BR-290, além da chamada Rodovia do Parque foram concedidas ao grupo CCR, de São Paulo. O contrato assinado pelo Governo Federal passa a responsabilidade pelas estradas para a empresa por um período de 30 anos. Durante a vigência do acordo devem ser investidos R$ 13,4 milhões no que passa a ser a Rodovia de Integração do Sul (RIS). O trecho concedido tem mais de 470 quilômetros, passando por 32 municípios do Estado. As cidades abrangidas representam valor superior a 32% do Produto Interno Bruto e de 24% da população do Rio Grande do Sul.

A partir de agora, a CCR deve realizar manutenção, conservação, monitoramento e obras de expansão na malha. Para isso, vão ser levantadas mais cinco praças de pedágio que, juntamente com outras duas já existentes, vão cobrar tarifa básica de R$ 4,30.

A concessão faz parte de política de parcerias público-privadas (PPPs) que devem ser empregadas pelo Governo de Jair Bolsonaro (PSL). O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, confirma a agenda de concessões a serem feitas, adiantando planejamento para março e abril de 2019. Expõe que existe uma série de projetos a serem desenvolvidos e afirma que a Rodovia foi um ótimo começo. Comenta que a ocasião ainda permitiu discussão entre os representantes dos governos gaúcho e Federal sobre temas importantes para o Estado e País.

O secretário Estadual de Logística e Transportes, Juvir Costella, exalta a concessão, afirmando que a mesma representa um avanço para o Rio Grande. Defende que o novo empreendimento vai beneficiar a economia, facilitando o escoamento da produção gaúcha. Ele espera que a Rodovia de Integração do Sul gere mais competitividade para o Estado no cenário nacional.

Conforme o contrato, a CCR vai ter de construir quase 79 quilômetros de faixas adicionais, 75,5 de faixas marginais, dentre outras obras obrigatórias. Além destas, o Governo Federal vai poder solicitar novos investimentos durante o período de contrato.


Departamento de Jornalismo


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