O Caxias apresentou oficialmente nesta quarta-feira (04), o novo Executivo de Futebol, Farnei Coelho. O profissional chega ao Caxias após trabalhar no Guarani-SP e inicia seu trabalho visando o Campeonato Brasileiro da Série C e a Copa Sul-Sudeste. Em entrevista coletiva realizada, comentou sobre a chegada na equipe.
”Muito motivado, muito honrado em estar em um dos maiores clubes do Rio Grande do Sul. Acho que é o sonho de todos os profissionais aqui do Rio Grande do Sul poder estar com uma camisa como a do Caxias. Estou muito feliz com o desafio”.
Farnei atuou como Executivo de Futebol no Ypiranga e conquistou o Título de Campeão do Interior e o Vice-Campeonato Gaúcho. Comparando os antigos trabalhos com a realidade do Caxias, tem como principal objetivo neste momento iniciar a montagem do elenco, com saídas e novas contratações para a sequência da temporada.
”Aproveitando para contar um cenário que eu já vivi, mas trazendo aqui também para a possibilidade nossa do Caxias, acho que quando tu incha muito o elenco e deixa o cara confortável para não jogar”.
“A gente tem que deixar o jogador da zona de conforto. Quando a gente coloca um grupo menor, todo mundo está sempre envolvido. Todo mundo tem que saber o que está fazendo aqui dentro do Caxias”. Destacou Farnei Coelho.
A direção grená já se movimentou em relação a jogadores do plantel. Além das saídas de Wellington Reis, Dudu Vieira, Tomas Bastos, Andrew e Gustavo Nescau, o Caxias acertou a saída do zagueiro Carlos Henrique. Até o momento, três reforços já foram confirmados: os meias Marcelo Freitas e João Lucas e o atacante Luís Miguel. Coelho comentou sobre este processo de procura envolvendo contratações e o perfil que busca no mercado.
”A gente precisa ter um time um pouco mais competitivo para a primeira e segunda bola, a gente precisa ter um time um pouco mais forte fisicamente”.
”Acredito que tem muitas coisas boas que o Léo fez aqui, o que os antigos diretores devem ter feito aqui, mas a gente também tem que mostrar um pouco da nossa cara. Então, a ideia é que a gente possa fazer uma reformulação”.
