A derrota para o Fortaleza aumentou ainda mais a pressão por resultados no Juventude. Após três rodadas, a equipe soma um ponto e está na zona de rebaixamento da Série B. O trabalho de Maurício Barbieri é analisado e a semana com clássico Ca-Ju e partida contra o Goiás pode ser decisiva para o futuro da equipe.
A primeira etapa foi de domínio do Fortaleza e depois do intervalo o Juventude melhorou. Segundo Lucas Andrino, é necessário mudar a postura. “Primeiro tempo muito aquém do que vínhamos apresentando. Segundo tempo nos comportamos de outra forma. Temos que ter esse comportamento como modelo para virar a chave. Nós não começamos como imaginávamos, está todo mundo chateado. São três rodadas de 38. Temos totais condições de reverter”, afirma o executivo.
A direção considera inegociável que a reação aconteça nos próximos compromissos. “Nós temos que vencer em casa. Acredito muito no trabalho do Maurício (Barbieri). Um cara extremamente capacitado. A equipe assimila bem tudo que ele tem passado. Esse jogo (contra o Goiás) virou crucial”, ressalta.
Um dos diagnósticos da oscilação é a ausência de nomes como Patryck Lanza, Pablo Roberto e Lucas Mineiro. Entretanto, o executivo de futebol considera que o Juventude tem elenco para estar melhor colocado na Série B. O trabalho de Barbieri é questionado pelo torcedor, mas a direção evita falar sobre continuidade sem antes analisar a atuação no clássico e no duelo com o Goiás. “Prefiro dizer que confiamos no trabalho dele. É um cara capacitado e trabalhador. Quando os resultados não vem, costumo dizer que a culpa não é só de uma pessoa. Tenho certeza que vamos dar a volta por cima”, finaliza.
