A derrota no clássico Ca-Ju coloca ainda mais pressão no Juventude. O técnico Maurício Barbieri tem seu trabalho questionado e partida contra o Goiás ganha tom de “divisor de águas” para a continuidade e avaliação individual de alguns jogadores.
O planejamento alviverde era utilizar reservas e preservar titulares no duelo contra o Caxias. Contudo, o time foi inoperante e apático acumulando a sexta partida sem vencer. Segundo o vice-presidente de futebol Luís Carlos Bianchi, a escolha pela equipe alternativa foi tomada pelabdireção e comissão técnica. “A gente elencou prioridades para a sequência da temporada. O clássico é um jogo diferente. Tentamos tratar dessa forma na medida do possível com os atletas que tinham boas condições físicas. Independente do time que foi escalado, o que foi produzido beira o ridículo. Isso preocupa para a sequência no sentido que colocamos em campo jogadores que são reservas imediatos”, afirma.
A pressão externa passa a ser mais um elemento para a avaliação do trabalho de Barbieri. O técnico acredita que seu trabalho atingiu todos os objetivos traçados até o momento, apesar de concordar que a arrancada na Série B foi ruim. O duelo de sábado (11) contra o Goiás pode ser definitivo para a continuidade do trabalho. “Estamos pensando em ganhar o jogo (do Goiás). A partir do resultado, teremos que repensar algumas coisas. Não só em comissão técnica, mas também em grupo de jogadores”, finaliza Bianchi.
