A ordem do dia da sessão da Câmara de Vereadores desta quinta-feira (20) contou com dois pedidos de regime de urgência para requerimentos de informações ao poder Executivo caxiense. Ambos foram rejeitados em plenário, ou seja, não obtiveram os dois terços de votos necessários para aprovação. Desta forma, os requerimentos não puderam ser votados.
O primeiro deles se referia ao pedido de informação sobre valores devidos pelo poder Executivo à Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) e novos contratos firmados com a empresa pública. A votação foi rejeitada apesar de nove votos favoráveis.
Já o segundo pedido de urgência solicitava informações sobre a situação da UBS Alvorada em relação à falta de profissionais e à continuidade dos serviços prestados à comunidade. Assim como na primeira votação, o pedido também foi reprovado.
Nesse segundo caso, já prevendo a negação da urgência, a oposição ao governo municipal antecipou o debate sobre o tema para o momento de discussão do voto de urgência. Eles criticaram fortemente a possibilidade de fechamento da Unidade.
Já o vereador Elisandro Fiúza (Republicanos) disse que a oposição estava nervosa e precisava de um líder para se organizar melhor. Por sua vez, o líder de governo na Casa, Calebe Garbin (PP) apontou a banalização dos pedidos de urgência e informou que está buscando data junto ao prefeito Adiló Didomenico (PSD) para que receba todos os vereadores.
Em entrevista à reportagem da Rádio Caxias, a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Samanta Nascimento, disse que foi informada sobre o fechamento da unidade. Já a Secretaria da Saúde respondeu que há estudo para reestruturação do serviço.



