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  • Publieditorial

Fórum Estadual do Comércio transforma debate em defesa da competitividade

  • Redação
  • 17/05/2026
Fotos: Diego Dias/Divulgação

Se em sua primeira edição o Fórum Estadual do Comércio destacou os esforços para a reconstrução do Estado após as enchentes históricas de 2024, desta vez o encontro promovido pela Federação Varejista do RS se debruçou sobre o debate técnico e político de temas que impactam diretamente a viabilidade dos negócios. Nesta sexta-feira (15), lideranças estaduais das esferas pública e privada fizeram do evento uma plataforma em defesa do trabalho e da liberdade no Hotel De Ville Prime, em Porto Alegre. O evento contou com a presença da Rádio Caxias, transmitindo o programa Repertório, das 14h30 às 16h, com entrevistas e depoimentos de palestrantes e organizadores do Fórum.

O presidente da entidade, Ivonei Pioner, defendeu a necessidade de debates voltados à construção de soluções para o desenvolvimento econômico e social do país. “Quando estamos todos aqui para construir, damos um exemplo para o mundo. A Federação trabalha dessa forma, buscando soluções”, destacou. Ele aproveitou para criticar medidas que classificou como eleitoreiras e alertou para os impactos de decisões econômicas sobre empresas, trabalhadores e famílias brasileiras, citando temas como a taxação de importações, a expansão das apostas esportivas e as discussões sobre mudanças na escala de trabalho – todos eles assuntos integrantes do evento. “Todas as pautas foram escolhidas com muito critério. Um país que gasta mais do que arrecada, que abre mão de uma receita de quase R$ 7 bilhões (valor arrecadado desde 2025 com o imposto das blusinhas, agora retirado), sem mencionar o quanto prejudica as empresas, é uma falta de respeito. E ainda há as bets que retiram dinheiro das famílias e a discussão a respeito da redução da escala de trabalho, o que significará menos dinheiro no bolso e mais custo para a sociedade”, disse Pioner.

Pioner: presidente da federação varejista do rs criticou medidas que classificou como eleitoreiras

Os temas discutidos ao longo do dia batem à porta de cada loja e de cada prestador de serviços e trouxeram ao debate uma série parlamentares e especialistas. Participaram dos seis painéis os deputados federais Any Ortiz, Lucas Redecker e Marcel Van Hattem, os deputados estaduais Felipe Camozzato, Guilherme Pasin, Joel Wilhelm, Rodrigo Lorenzoni e Tiago Simon, além do economista Marcos Cintra, do ex-prefeito de Bento Gonçalves Diogo Siqueira e do sócio-fundador da agência Critério, Cléber Benvegnú. Os esforços em reunir um quadro de painelistas assim revelam a potência da capacidade de articulação da Federação, principalmente através da pasta de Relações Institucionais e Governamentais (RIG). “O desenvolvimento econômico e social depende de um ambiente de negócios menos burocrático e mais eficiente. Para isso, é essencial o diálogo constante entre a iniciativa privada e o poder público. O protagonismo político da Federação Varejista do Rio Grande do Sul se fortalece quando promovemos espaços como este. E ao exercer esse protagonismo, deixamos de ser apenas espectadores das mudanças para nos tornarmos colaboradores diretos na construção de reformas que priorizem a eficiência e a sustentabilidade das operações varejistas”, avaliou a diretora de RIG da Federação, Clarice Strassburger.

Essa habilidade de relações trouxe ao evento, também, o secretário estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabricio Guazzelli Peruchin. Representando o governo do Estado no evento, ele destacou a importância do diálogo permanente entre o poder público e os setores produtivos, defendendo políticas voltadas ao fortalecimento do comércio, do varejo e da circulação de renda no Estado. Ele também apresentou dados de programas estaduais, como o Devolve ICMS, que já repassou mais de R$ 1 bilhão desde 2021 para famílias em situação de vulnerabilidade. “O governo do Estado, quando vem a um evento como este, tem a obrigação não apenas de esclarecer o que está sendo feito, mas também de ouvir as demandas do setor. O agro produz e alimenta, mas o que movimenta a economia é o varejo e o comércio. Sem eles não há circulação de dinheiro nem benefícios para a população. Só no pagamento de abril de 2026, mais de 500 mil famílias foram beneficiadas pelo Devolve ICMS, e mais de R$ 1 bilhão já retornou à economia gaúcha desde 2021”, afirmou.

Como interlocutora dos anseios da categoria, a Federação aprofundou o debate acerca dos temas “Geopolítica e Tecnologia, Impactos Globais, Estratégias Locais”; “Reforma Tributária na Vida Real do Varejo”; “Empreender no Brasil, Reformas, Gerações e Produtividade”; “Crédito e Inadimplência, Expansão das bets, comportamento financeiro e impactos na economia”; “Corredores que destravem o RS”; e “Escala 6×1” – todos essenciais para discutir e impulsionar “o novo varejo que move o Estado”, tema da segunda edição do evento.

Geopolítica e Tecnologia, Impactos Globais, Estratégias Locais

No painel de abertura do evento, “Geopolítica e Tecnologia, Impactos Globais, Estratégias Locais”, foram apresentadas leituras sobre como as transformações globais e tecnológicas, juntamente com as decisões políticas, impactam a economia. O sócio-fundador da Critério, Cléber Benvegnú, destacou o papel central do comércio na economia e na cultura das comunidades. “Loja é vida”, disse, percebendo que o varejo repercute de maneira rápida os reflexos de tais decisões. Em sua análise, Benvegnú apontou uma captura da formação da opinião pública por visões contrárias ao empreendedorismo e criticou uma ideologização do debate econômico. “No Brasil, o vetor de formação da opinião pública continua capturado por uma cultura anti-empreendedora, burocrata e adoradora das regulamentações”, afirmou. Ele também chamou atenção para a perda de competitividade do Rio Grande do Sul, tema também tratado por outro painelista, o deputado estadual Felipe Camozzato. O parlamentar citou o alto custo logístico no país e do Rio Grande do Sul, onde chega a quase 22% do PIB estadual, defendendo investimentos em infraestrutura, especialmente em ferrovias, além de reformas voltadas à produtividade e competitividade. Camozzato reforçou a ideia de que o principal entrave ao desenvolvimento está no excesso de intervenção estatal e na baixa produtividade. “O maior concorrente do varejista não é a China, é o Estado brasileiro”, opinou.

Já o deputado federal Marcel van Hattem concentrou sua fala na crítica ao ambiente político e institucional brasileiro. Ele defendeu maior liberdade econômica e redução de distorções regulatórias. “O que nós estamos vivendo no Brasil é um momento de distorção completa da realidade por parte daqueles que fazem política”, disse ele, para quem decisões ideológicas e aumento de intervenções estatais prejudicam o consumidor e o setor produtivo. Segundo ele, embora os impactos globais sejam inevitáveis, há como contrapor isso localmente. “Os impactos globais nós não evitamos, mas as estratégias locais são nossa responsabilidade”, comentou.

Reforma Tributária na Vida Real do Varejo

O painel “Reforma Tributária na Vida Real do Varejo”, Conduzido pelo economista e ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra, o segundo painel do evento trouxe um olhar crítico sobre os impactos da nova legislação tributária no comércio. “Ninguém conhece esse monstro que foi criado, que é literalmente um monstro de laboratório porque nós estaremos testando”, opinou. Para ele, há uma insegurança institucional diante das mudanças previstas pela reforma, destacando que muitos dos efeitos práticos do novo sistema ainda são desconhecidos. “Ninguém tem a menor ideia do que vai acontecer na vida real com o sistema tributário atual. A tributação sobre o consumo começa a partir do primeiro dia de 2027 e nós não temos sequer conhecimento da alíquota desse imposto”, criticou.

O economista reconheceu pontos positivos na reforma, especialmente na simplificação da estrutura tributária criada em 1965, que separava a tributação entre indústria, serviços e comércio. Para Cintra, essa lógica perdeu sentido diante da transformação digital e da integração das atividades econômicas. “Hoje é muito difícil separar o que é indústria e o que é serviço. A produção moderna está cheia de logística, tecnologia, engenharia e serviços digitais”, disse.

Por outro lado, ele alertou para possíveis impactos no fluxo de caixa das empresas do varejo, especialmente supermercados e negócios de margens reduzidas. Segundo Cintra, o novo sistema tende a eliminar mecanismos financeiros hoje utilizados pelas empresas entre o recolhimento e o pagamento dos tributos. “Isso vai acabar. E, num comércio de margens apertadas, provavelmente o custo será repassado ao preço final”, avaliou. Ele também abordou os reflexos da reforma sobre pequenas empresas e produtores rurais. Cintra criticou as mudanças envolvendo o Simples Nacional e afirmou que parte das empresas poderá enfrentar dificuldades para permanecer competitiva no novo modelo.

Empreender no Brasil, Reformas, Gerações e Produtividade

Com o deputado estadual Rodrigo Lorenzoni e o ex-prefeito de Bento Gonçalves Diogo Siqueira, o painel “Empreender no Brasil, Reformas, Gerações e Produtividade” apresentou entraves e caminhos para o desenvolvimento econômico. As críticas se concentraram ao ambiente institucional e ao modelo de proteção social e trabalhista.

Lorenzoni defendeu que o principal problema brasileiro não é conjuntural, mas estrutural, ligado à formação do Estado. Para ele, o ambiente de negócios é fortemente impactado pela atuação dos Três Poderes e de órgãos autônomos, com destaque para o Judiciário. “Nós estamos vivendo sintomas de um problema crônico que se estruturou ao longo da formação do Estado brasileiro”, afirmou. Lorenzoni também criticou o excesso de judicialização e a falta de previsibilidade nas relações de trabalho, apontando insegurança jurídica e decisões divergentes entre tribunais como entraves ao empreendedorismo. Ele defendeu maior liberdade de negociação e revisão do modelo atual da Justiça do Trabalho, criticando o excesso de normas e regulações. “Nós temos um ambiente regulatório absolutamente bizarro no nosso país que não gera tranquilidade para quem investe”, constatou.

Siqueira, por sua vez, destacou que o principal desafio do Brasil está na baixa produtividade e no excesso de dependência de benefícios sociais. Segundo ele, políticas assistenciais podem desestimular a entrada no mercado de trabalho. “O problema do Brasil é o excesso de pessoas que não estão trabalhando”, afirmou. Ele defendeu a ampliação de oportunidades de emprego como caminho central para o desenvolvimento social. “Se nós conseguimos dar trabalho para uma pessoa, ela vai ser independente”, disse. Ele também relatou experiências de gestão municipal voltadas à redução da dependência de programas sociais, como o Bolsa Família. “Reduzimos em 40% o benefício na cidade. Bento hoje é a cidade com mais de 100 mil habitantes com menos beneficiários”, afirmou, relatando que, conjuntamente, houve incentivo à oferta de emprego.

Crédito e Inadimplência, expansão das bets, comportamento financeiro e impactos na economia

Com 57% das pessoas do país contraindo dívidas após começarem a jogar nas bets, esses jogos têm contribuído para elevar o número do endividamento do brasileiro. Hoje, são cerca de 80 milhões de pessoas endividadas, inadimplentes ou negativadas, conforme dados apresentados no painel “Crédito e Inadimplência, Expansão das bets, comportamento financeiro e impactos na economia”, conduzido pela deputada federal Any Ortiz e pelo deputado estadual Tiago Simon.

A deputada federal Any Ortiz destacou que mais de 50% dos adultos em idade produtiva estão endividados, apontando uma combinação de fatores estruturais e culturais. Para ela, há estímulos ao consumo via crédito e apostas: “o governo criou a taxa das blusinhas e depois voltou atrás”, além do avanço do consignado CLT como forma de acesso rápido a recursos. Any também relacionou o fenômeno das bets a um ciclo de dependência financeira. “As pessoas pegando dinheiro para uso imediato… e depois se endividando”, defendendo regras semelhantes às aplicadas ao cigarro e ao álcool para a publicidade dessas plataformas.

O parlamentar Tiago Simon também apontou as apostas online como um dos principais vetores recentes de endividamento. “Hoje são a maior causa de superendividamento do nosso país”, disse, reforçando que 56% dos inadimplentes já realizaram apostas. Ele Também alertou para impactos sociais mais amplos, como produtividade no trabalho, saúde mental e evasão educacional. Ainda, Simon defendeu seu projeto aprovado na Assembleia Legislativa do RS, voltado à regulação da publicidade de apostas, especialmente para proteção de públicos vulneráveis. Any Ortiz reforçou, também, a necessidade de educação financeira e criticou a cultura de dependência de crédito estatal e assistencialismo.

Corredores que destravem o RS

Essencial para aumentar a competitividade do Rio Grande do Sul, a logística ocupou a centralidade do debate em torno dos “Corredores que destravem o RS”, com os deputados estaduais Joel Wilhelm e Guilherme Pasin e participação do presidente da Federação Varejista do RS, Ivonei Pioner.

diferentes debates e e posicionamentos marcaram o fórum estadual

Wilhelm criticou os modelos de concessão rodoviária propostos pelo governo do Estado para os blocos 1 e 2. Segundo ele, a previsão de arrecadação das concessões em 30 anos chega a R$ 15 bilhões, enquanto os investimentos estimados são de R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,9 bilhões apenas em custos operacionais. “Todos concordam que precisamos de rodovias melhores e mais seguras, mas não a qualquer preço e não a qualquer concessão”, afirmou.

O parlamentar também destacou o impacto do modelo de pedágios sobre trabalhadores, estudantes e o turismo. Conforme exemplificou, na ERS-239, entre Estância Velha e Riozinho, a proposta prevê a ampliação de uma para cinco praças de pedágio, elevando o custo de ida e volta de R$ 6,50 para cerca de R$ 30. Ele ainda apontou problemas no bloco 3, já em operação na Serra, dizendo que as cinco praças de free flow representam 25% de todas as multas aplicadas no Rio Grande do Sul nos últimos dois anos, somando mais de R$ 250 milhões. Pasin reforçou o mesmo posicionamento. “Nós não somos contrários a qualquer tipo de privatização ou concessão. O que não somos favoráveis é a concessões e privatizações mal feitas”, afirmou. O deputado disse que há uma proposta para o governo para consertar o bloco 3 e rever os bloco 1 e 2.

Ao ampliar o debate para outros modais, Pasin afirmou que o Rio Grande do Sul precisa avançar em hidrovias, ferrovias, aeroportos e portos para reduzir custos logísticos e aumentar a competitividade econômica. Ele lembrou que o Estado possui o segundo maior potencial hidroviário do Brasil, atrás apenas do Amazonas, mas enfrenta problemas históricos de dragagem e navegabilidade. Entre os projetos considerados estratégicos, destacou o Porto Meridional, em Arroio do Sal, estimado em R$ 6,8 bilhões de investimentos privados. “O Porto de Arroio do Sal é um equipamento extremamente estratégico, que não vai demandar um único real de investimento público”, afirmou.

Escala 6×1

O possível fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho dominaram os debates do derradeiro painel do encontro, liderado pelo deputado federal Lucas Redecker e novamente por Pasin e Pioner, que demonstraram preocupação com os impactos econômicos da proposta. Eles também criticaram a velocidade da tramitação da pauta no Congresso Nacional. “Não tem condição de implementar neste momento esse projeto”, disse Redecker.

Segundo o deputado, a proposta pode gerar aumento do desemprego, informalidade e repasse de custos ao consumidor. Ele lembrou que pequenos negócios respondem por cerca de 80% dos novos empregos gerados no Brasil e seriam os mais afetados pela medida. “A partir do momento em que tivermos que manter o mesmo salário e contratar novas pessoas, teremos aumento de custo, desemprego ou informalidade”, afirmou. Redecker também chamou atenção para a tramitação da proposta em Brasília. Conforme relatou, o parecer da comissão especial deve ser apresentado no dia 20 de maio, com votação prevista para o dia 26 e análise em plenário no dia 27. “A pauta já está construída”, disse.

Pasin criticou o que classificou como “debate acelerado” em um ano eleitoral, dizendo que a proposta tem caráter eleitoral. “Ela é mentirosa”, disse. Para ele, a proposta pode atingir justamente os trabalhadores que pretende beneficiar, já que o aumento dos custos tende a ser repassado aos produtos e serviços. Ele também ressaltou a baixa produtividade brasileira no cenário internacional. Segundo os dados apresentados por ele, o Brasil ocupa a 94ª posição no ranking mundial de produtividade, com geração média de US$ 21,20 por hora trabalhada, abaixo de Cuba, que registra US$ 22,60. “Não faz sentido debater redução de jornada sem discutir produtividade”, afirmou. Já Ivonei Pioner afirmou que a Federação Varejista é favorável à modernização das leis trabalhistas, mas contrária ao formato proposto atualmente. “Nosso partido é o do trabalho, porque é do trabalho que se gera riqueza, que se constrói este país e de onde saem os impostos”, afirmou.

Pioner apresentou dados de estudos discutidos em Brasília e citou experiências internacionais que adotaram redução de jornada. Segundo ele, países que implantaram medidas semelhantes registraram queda de produtividade, aumento do custo de vida e crescimento do desemprego nos primeiros meses. O dirigente destacou ainda estudo da Fecomércio-SP que projeta o fechamento de até 2 milhões de postos de trabalho no Brasil. “O grande prejudicado dessa reforma é o trabalhador”, afirmou.

Texto: Assessoria de imprensa Federação Varejista do RS

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