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Primeira Infância: Teoria do apego destaca papel do afeto e história do macaco Punch traz lições sobre relações adultas

  • Noriana Behrend
  • 17/04/2026
Foto: https://inbracer.com.br/

Instituído pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Dia Mundial da Infância, celebrado recentemente, nos lembra sobre a defesa dos direitos das crianças em todos os âmbitos, inclusive, no campo emocional, até porque, a qualidade dos vínculos estabelecidos na infância tem influência direta na forma como as pessoas se relacionam ao longo da vida. O alerta é da psicóloga Sabrina Rugeri, que destaca a presença emocional como elemento central no desenvolvimento humano.

Segundo a especialista, mais do que atender às necessidades físicas, é fundamental que pais e cuidadores ofereçam acolhimento, previsibilidade e validação emocional. “A presença emocional é mais importante do que a performance. Não se trata apenas de prover, mas de garantir que a criança se sinta vista e segura”, afirma.

De acordo com Rugeri, ambientes estáveis e afetivos favorecem o desenvolvimento da autonomia, da autoestima e da capacidade de regular emoções. Em contrapartida, contextos marcados por insegurança e ausência de vínculo podem contribuir para sentimentos de abandono, desconfiança e privação emocional.

A chamada teoria do apego, formulada pelo psiquiatra John Bowlby e aprofundada pela psicóloga Mary Ainsworth, sustenta que o ser humano nasce biologicamente predisposto a buscar proximidade de uma figura cuidadora diante de situações de medo ou estresse. Esse vínculo inicial funciona como base para a exploração do mundo e como referência de segurança emocional.

A partir dessas experiências, são estruturados padrões de relacionamento que tendem a se repetir na vida adulta. A literatura descreve quatro estilos principais de apego: o seguro, associado à confiança e autonomia; o ansioso, marcado pelo medo do abandono; o evitativo, caracterizado pelo distanciamento emocional; e o desorganizado, que combina comportamentos ambivalentes.

Estudos clássicos da psicologia ajudam a ilustrar esse processo. Experimentos conduzidos pelo pesquisador Harry Harlow, na década de 1950, mostraram que filhotes de macacos priorizavam o contato com uma “mãe” de pano, que oferecia conforto, em detrimento de uma estrutura de arame responsável apenas pela alimentação. Para Rugeri, o resultado evidencia que o afeto é um elemento central na formação dos vínculos.

“O contato emocional e a sensação de segurança são determinantes. O afeto organiza o nosso sistema nervoso e impacta diretamente na aprendizagem e na resposta ao estresse”, explica.

A psicóloga também relaciona a teoria do apego à capacidade de enfrentar adversidades. Conforme ela, a resiliência está ligada à forma como os vínculos foram estabelecidos ao longo da vida. Pessoas com experiências seguras tendem a se reorganizar emocionalmente com mais facilidade diante de perdas, enquanto outras podem desenvolver estratégias de evitação ou dependência.

Apesar disso, Rugeri ressalta que os padrões não são imutáveis. “Existe plasticidade. Mesmo na vida adulta, é possível ressignificar experiências e construir vínculos mais seguros”, afirma.

Para a especialista, o fortalecimento de relações baseadas em confiança, comunicação clara e apoio emocional pode contribuir para a reconstrução da saúde emocional, mesmo após experiências negativas.

Foto: Getty Images

Caso do macaco Punch

O caso do macaco Punch, um filhote japonês rejeitado pela mãe e pelo grupo no zoológico de Ichikawa, viralizou por mostrar sua profunda necessidade de apego emocional, consolando-se com um brinquedo de pelúcia. A situação evoca estudos clássicos sobre a importância do conforto afetivo acima da simples nutrição, destacando a necessidade de laços sociais para o desenvolvimento emocional.

Tags:
  • caxias do sul
  • Dia Mundial da Infãncia
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  • Nações Unidas
  • Teoria do Apego
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